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Cientistas tentam converter CO2 em magnesita sólida

por Mäyjo, em 03.04.14

Cientistas tentam converter CO2 em magnesita sólida

 

Investigadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, acredita que o seu mais recente estudo, realizado numa mina abandonada, na Califórnia, pode ajudar a criar soluções para uma questão muito importante: como armazenar o carbono emitido pelas actividades humanas?

A equipa passou dois anos a tentar desvendar um mistério geológico na mina Red Mountain, localizada a cerca de 100 km de Palo Alto, na Califórnia. Nela, estão alguns dos maiores veios de puro carbonato de magnésio, um mineral feito de dióxido de carbono (CO2) e magnésio. A grande questão foi tentar saber como estes veios se formaram, há milhões de anos.

Os pesquisadores propuseram uma solução que poderia levar a uma nova técnica para converter CO2, um potente gás estufa, em magnesita sólida. Na verdade, o armazamento geológico convencional envolve a captura de CO2 de chaminés industriais – e a sua injecção como fluído na subsuperfície. Mas há uma grande preocupação: evitar que o CO2 vaze de volta para a atmosfera. Assim, a solução encontrada passar por converter o CO2 num mineral estável.

Segundo o Planeta Sustentável, uma das partes mais difíceis da tarefa passa por partir a rocha para acomodar o C02. “E isto pode requerer força bruta. Este tipo de ruptura violenta aconteceu na região estudada, com a intensa atividade geológica há milhões de anos na cadeia costeira de montanhas da Califórnia, perto da famosa Falha de San Andreas. A ideia é replicar este processo”, explica o site.

A mina chegou a ter 140 mil toneladas métricas de CO2 equivalente, antes que a magensita fosse mineralizada, no começo do século XX. Toda a área poderia conter 13 gigatoneladas de carbono.

A actividade humana colocou na atmosfera mais de 500 gigatoneladas de carbono. De acordo com cientistas, uma mudança irreversível do clima deverá acontecer em torno de 1000 gigatoneladas, um limiar para o qual a humanidade caminha até meados deste século.

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publicado às 19:58

As crenças populares asiáticas que tentam combater a poluição

por Mäyjo, em 02.04.14

As crenças populares asiáticas que tentam combater a poluição

 

Os elevados níveis de poluição nas grandes cidades asiáticas não são novidade para ninguém. Porém, este inverno a qualidade do ar parece ter piorado e as vagas de smog têm aumentado, impedindo as populações de sair à rua ou condicionando as actividades quotidianas.

Na ausência de uma solução definitiva para o problema da poluição, muitos cidadãos tentam minimizar os seus efeitos na saúde, tentando proteger os seus pulmões dos agentes nocivos. No entanto, os métodos que utilizam para se protegerem são ineficazes, na melhor das hipóteses, ou prejudiciais, na pior. Fique a conhecer quais são:

 

Filtros dos cigarros no nariz

“Uma solução mágica para lidar com a poluição. Pegue em dois filtros de cigarro e insira-os nas narinas”, afirma uma popular mensagem no Sina Weibo, uma rede social semelhante ao Twitter, refere o Quartz.

As autoridades sanitárias rapidamente desmentiram o facto, sublinhando que os filtros podem prejudicar a respiração e até enviar pequenos filamentos para os pulmões. Além disso, os filtros dos cigarros não conseguem neutralizar os efeitos nocivos do tabaco, daí que também não consigam neutralizar os efeitos prejudiciais da poluição.

 

Bacon grelhado

Na Coreia do Sul, onde a poluição da China chegou através do vento e cobriu Seul e outras cidades, as vendas de bacon grelhado, conhecido localmente como Sam Gyeop Sal, mais do que triplicaram. Os coreanos acreditam que o prato pode absorver as toxinas ambientais.

Artes marciais antipoluição

 

Uma escola primária de Hebei, uma localidade industrial no sudoeste de Pequim, implementou um programa de artes marciais antipoluição. A instituição acredita que as artes marciais vão ajudar a fortalecer os pulmões das crianças e ajudá-los a suportar melhor o ar poluído da China.

A verdade é que a actividade física, mesmo em espaços interiores, leva a um aumento da respiração, o que faz com que as pessoas inspirem mais toxinas.

 

Foto:  tpayne99 / Creative Commons

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publicado às 19:57

Lixo electrónico vai crescer 33% até 2017

por Mäyjo, em 01.04.14

Lixo electrónico vai crescer 33% até 2017

 

Em 2017, o volume global de lixo electrónico – frigoríficos, televisões, telemóveis, computadores e monitores – vai pesar o equivalente a 200 edifícios do Empire State Building e 11 grandes pirâmides de Gizé, de acordo com um relatório conjunto das Nações Unidas, Governos, ONGs e organizações ligadas à ciência.

A previsão, que indica que o lixo electrónico vai crescer 33% até 2017, foi anunciada pelo StEP (Solving the E-Waste Problem Initiative). Assim, a geração de lixo electrónico vai crescer um terço nos próximos cinco anos, em parte devido ao comportamento dos consumidores norte-americanos e chineses – são mais 72 milhões de toneladas.

Até agora, tem sido difícil obter dados globais de lixo electrónico, uma vez que diferentes países têm diferentes definições para ele. Nos Estados Unidos, o lixo electrónico apenas inclui electrónica de consumo, televisões e computadores, enquanto na Europa ele engloba tudo o que tenha baterias ou se alimente de energia.

“Foi por esta razão que desenvolvemos o mapa do lixo electrónico. É a primeira vez que o fazemos com dados comparáveis”, explicou ao Live Science Ruediger Kuehr, da Universidade das Nações Unidas e secretário-executivo da StEP.

A mapa do lixo electrónico mostra dados de 184 países, a quantidade de equipamento eléctrico e electrónico que chega ao mercado e quanto lixo é gerado. Com estas estatísticas, empresas e Governos podem gerir melhor o fenómeno.

Veja as estatísticas de lixo electrónico de Portugal.

O mundo produziu quase 54 milhões de toneladas de produtos eléctricos e electrónicos usados, só no ano passado – uma média de 20 kgs por cada uma das sete mil milhões de pessoas.

A China lidera a produção global de equipamento eléctrico e electrónico – em 2012, foram cerca de 12,2 milhões de toneladas de equipamentos produzidos, contra 11 milhões de toneladas dos Estados Unidos.

Por outro lado, o país com maior lixo electrónico per capita é o Qatar, com 63,08 kgs. Portugalgerou 13,58 kgs.

A reciclagem de lixo electrónico também está a crescer. “Há cada vez mais programas de reciclagem e muitos países recolhem entre 2,3 kgs a 2,7 kgs por pessoa, por ano”, concluiu Jason Linnell, director-executivo da norte-americana NCER.

 

Foto:  curtis palmer / Creative Commons

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publicado às 19:56

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